sexta-feira, 14 de outubro de 2016
domingo, 9 de outubro de 2016
Depois da Volvo Ocean Race foi a vez da Extreme Sailing Series Land Rover ter tido um
conjunto de regatas em Lisboa, de 6 a 9 de Outubro.
Tivemos o prazer de ter tido a experiência de ter participado, como convidado, numa regata na
6ªf, dia 7 de Outubro. Uma das características desta prova é permitir que um convidado se
junte aos 5 tripulantes do barco.
Esta prova é extremamente competitiva e sem vencedores prévios já que os cascos e as velas
dos barcos são exatamente iguais.
Nas mais de duas dezenas de regatas dos 4 dias entre Belém, Algés e a Trafaria participaram 9
catamarãs, um dos quais da Norauto (como convidado). Para a história da competição, o barco
da Norauto terminou o conjunto das regatas em 2º lugar e na regata em que entrámos em 3º
lugar.
Sob o ponto de vista do patrocínio a Norauto, empresa líder no mercado dos centros de
reparação auto, presente em 8 países e com 24 centros em Portugal, consegue com esta
presença uma grande visibilidade para a marca, graças às excelentes condições do Tejo que
proporciona uma excelente panorâmica a quem está na margem.
As velas de grandes dimensões proporcionam uma excelente moldura e são visíveis a mais de
1 km de distância.
No 1º andar da grande tenda vip junto à Docapesca foi possível seguir através de ecrãs a
movimentação dos barcos e a força do vento, com uma animação gráfica em 3D (Race
Graphics by SAP) - mais uma vantagem da tecnologia ao serviço do espetáculo desportivo.
Por último, naturalmente um agradecimento em nome da Pós-Graduação de Gestão e
Marketing do INDEG ISCTE Executive Educativo à Norauto.
Barco da Norauto na regata no Tejo em frente à Trafaria
Paulo Madeira (ex-internacional futebol), Miguel Costa (Diretor de Compras e Marketing da
Norauto), Bruno Basto (ex-internacional futebol), Kenton Cox (Diretor Geral da Norauto),
Pedro Dionisio e António Fraqueiro (professores da Pós-Graduação de Gestão e Marketing do
Desporto do INDEG-ISCTE)
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Os Jogos aproximam-se do final e está na hora de fazer um breve balanço sobre as instalações
desportivas do Rio 2016.
De acordo com o site dos Jogos, as instalações dividem-se por 5 áreas:
- zona da Barra da Tijuca, que concentra 5 novos pavilhões para modalidades como o
basquetebol, andebol, badmington, boxe, luta greco-romana, levantamento de peso e as
diferentes modalidades da ginástica, e ainda 2 pavilhões aquáticos para natação, pólo
aquático e saltos. Na Barra existe ainda um estádio para ténis, circuito para ciclismo e
golf. Nesta zona fica também a aldeia olímpica.
No futuro será certamente esta a zona que vai ficar como a Olímpica, pela novidade e
grandiosidade de todos os equipamentos;
- zona Copacabana que, na verdade, integra diferentes locais: a lagoa Rodrigo de Freitas,
entre Ipanema e Leblon, onde foram construídas bancadas para a canoagem e o remo, o
voleibol de praia, na praia de Copacabana, com parte das bancadas a ver o mar, e a baía
de Guanabara onde foram feitas as regatas de vela;
- zona Deodoro, a 30 minutos de comboio do centro do Rio, aproveitando as instalações
militares e onde foram feitas as provas de rugby, hipismo, hóquei em campo, tiro e os
desportos mais radicais como o espetacular ciclismo BMX;
- zona Maracanã, aproveitando as instalações existentes mas melhoradas do estádio do
Maracanã, do Maracanãzinho, do Sambódromo para o futebol, o voleibol, a maratona e o
renovado estádio do Engenhão, rebatizado de Olímpico, para as provas mais mediáticas
dos Jogos – o atletismo;
- zona cidades do futebol – não se trata de uma zona, já que um pouco estranhamente os
jogos de futebol decorreram por todo o Brasil, aproveitando as infraestruturas do Mundial
de 2014, fazendo com que as equipas tivessem de ir até Manaus ou Salvador.
A cidade do Rio transformou-se, em termos de instalações desportivas, sobretudo na zona da
Barra e é de esperar que estas novas instalações possam contribuir para um salto qualitativo do
desporto carioca, a exemplo do que se verificou em Inglaterra, país onde após os Jogos de Londres
2012, está nesta altura, num surpreendente 2º lugar em medalhas, à frente de Alemanha
e da China.
Sob o ponto de vista turístico, a cidade maravilhosa tornou-se ainda mais maravilhosa, com um
aspeto na zona da Barra que nos lembra a nossa Expo, mas em maior…
Em próximo post falaremos sobre a venda de “merchandising” e os patrocínios desportivos
associados aos Jogos.
Chegada Maratona feminina no Sambódromo
Estádio Olímpico ecrã gigante com Bolt a agradecer após vitória 100 metros
Arena Carioca 1 na Barra Croácia Lituânia em basquetebol
Maracanã esgotado Brasil Suécia feminino grandes penalidades
Estádio da Lagoa Cerimónia de atribuição de medalhas com brasileiro
Isaquias com prata na canoagem
Estádio de Pólo Aquático Brasil Austrália feminino
desportivas do Rio 2016.
De acordo com o site dos Jogos, as instalações dividem-se por 5 áreas:
- zona da Barra da Tijuca, que concentra 5 novos pavilhões para modalidades como o
basquetebol, andebol, badmington, boxe, luta greco-romana, levantamento de peso e as
diferentes modalidades da ginástica, e ainda 2 pavilhões aquáticos para natação, pólo
aquático e saltos. Na Barra existe ainda um estádio para ténis, circuito para ciclismo e
golf. Nesta zona fica também a aldeia olímpica.
No futuro será certamente esta a zona que vai ficar como a Olímpica, pela novidade e
grandiosidade de todos os equipamentos;
- zona Copacabana que, na verdade, integra diferentes locais: a lagoa Rodrigo de Freitas,
entre Ipanema e Leblon, onde foram construídas bancadas para a canoagem e o remo, o
voleibol de praia, na praia de Copacabana, com parte das bancadas a ver o mar, e a baía
de Guanabara onde foram feitas as regatas de vela;
- zona Deodoro, a 30 minutos de comboio do centro do Rio, aproveitando as instalações
militares e onde foram feitas as provas de rugby, hipismo, hóquei em campo, tiro e os
desportos mais radicais como o espetacular ciclismo BMX;
- zona Maracanã, aproveitando as instalações existentes mas melhoradas do estádio do
Maracanã, do Maracanãzinho, do Sambódromo para o futebol, o voleibol, a maratona e o
renovado estádio do Engenhão, rebatizado de Olímpico, para as provas mais mediáticas
dos Jogos – o atletismo;
- zona cidades do futebol – não se trata de uma zona, já que um pouco estranhamente os
jogos de futebol decorreram por todo o Brasil, aproveitando as infraestruturas do Mundial
de 2014, fazendo com que as equipas tivessem de ir até Manaus ou Salvador.
A cidade do Rio transformou-se, em termos de instalações desportivas, sobretudo na zona da
Barra e é de esperar que estas novas instalações possam contribuir para um salto qualitativo do
desporto carioca, a exemplo do que se verificou em Inglaterra, país onde após os Jogos de Londres
2012, está nesta altura, num surpreendente 2º lugar em medalhas, à frente de Alemanha
e da China.
Sob o ponto de vista turístico, a cidade maravilhosa tornou-se ainda mais maravilhosa, com um
aspeto na zona da Barra que nos lembra a nossa Expo, mas em maior…
Em próximo post falaremos sobre a venda de “merchandising” e os patrocínios desportivos
associados aos Jogos.
Chegada Maratona feminina no Sambódromo
Estádio Olímpico ecrã gigante com Bolt a agradecer após vitória 100 metros
Arena Carioca 1 na Barra Croácia Lituânia em basquetebol
Maracanã esgotado Brasil Suécia feminino grandes penalidades
Estádio da Lagoa Cerimónia de atribuição de medalhas com brasileiro
Isaquias com prata na canoagem
Estádio de Pólo Aquático Brasil Austrália feminino
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Os Jogos continuam a correr bem; contudo, as vaias do público brasileiro ao atleta francês do
salto com vara, antes, durante e mesmo após a competição, mancharam desnecessariamente a
imagem do público brasileiro.
Os espetadores presentes no estádio de atletismo reproduziram o comportamento que
habitualmente têm num estádio de futebol, vaiando a equipa adversária. Neste caso, fizeram o
mesmo em relação a um atleta que estava em competição com um brasileiro. Não foi bonito…
Na 3ªf assistimos às finais de canoagem onde um alemão ganhou o ouro e o brasileiro Isaquias a
prata. Neste caso, o aplauso aos 2 atletas foi geral, ainda que, como é natural, o atleta brasileiro
tenha sido mais aplaudido..
E tivemos pena de não comemorar a medalha de Fernando Pimenta, claro… Dentro de 4 anos
haverá nova oportunidade.
O comportamento do público da canoagem contrastou claramente com o do público “futeboleiro”,
ao demonstrar um verdadeiro espírito de fair play e reconhecimento do esforço dos atletas que se
preparam durante 4 anos para este grande momento. Em próximo post falaremos sobre as
instalações olímpicas.
salto com vara, antes, durante e mesmo após a competição, mancharam desnecessariamente a
imagem do público brasileiro.
Os espetadores presentes no estádio de atletismo reproduziram o comportamento que
habitualmente têm num estádio de futebol, vaiando a equipa adversária. Neste caso, fizeram o
mesmo em relação a um atleta que estava em competição com um brasileiro. Não foi bonito…
Na 3ªf assistimos às finais de canoagem onde um alemão ganhou o ouro e o brasileiro Isaquias a
prata. Neste caso, o aplauso aos 2 atletas foi geral, ainda que, como é natural, o atleta brasileiro
tenha sido mais aplaudido..
E tivemos pena de não comemorar a medalha de Fernando Pimenta, claro… Dentro de 4 anos
haverá nova oportunidade.
O comportamento do público da canoagem contrastou claramente com o do público “futeboleiro”,
ao demonstrar um verdadeiro espírito de fair play e reconhecimento do esforço dos atletas que se
preparam durante 4 anos para este grande momento. Em próximo post falaremos sobre as
instalações olímpicas.
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Temos acompanhado in loco os Jogos Olímpicos do Rio e um dos eventos que mais nos
impressionou foi a popularidade e simpatia do atleta Usain Bolt.
No estádio, com o público vibrava sempre que aparecia a sua imagem nos ecrãs, numa clara
identificação com o atleta, a sua vitória nos 100 metros foi comemorada por brasileiros ou
espectadores de qualquer nacionalidade como se se tratasse de um atleta do seu próprio país.
Aplica-se, neste caso, o acrónimo BIRG “Basket in reflected glory”. Ou seja: Bolt é o atleta de
todos os países, de todos os espectadores presentes no estádio que se projetaram na sua vitória.
Mas o que mais impressionou foi que, nos dias seguintes, em conversa com muitos brasileiros
todos abriam os olhos de entusiasmo ao falarem de Bolt e de como devia ter sido extraordinário
estar no estádio (ainda que na última fila da bancada) a ver o Bolt.
Este fato fez-nos refletir sobre a razão desta popularidade. A imagem de Bolt está relacionada
com um pequeno país – a Jamaica – habitualmente associado à música. Bolt conseguiu ligar as
suas vitórias ao gesto de lançar a flecha que todos esperam no final da prova e que se tornou
muito mediático, conquistando as primeiras páginas dos jornais. Bolt aparece sempre com um
discurso ambicioso, mas simpático.
Por último uma palavra sobre a simpatia dos brasileiros, desde os irmãos Dortas, que tão bem
nos acolheram nestes jogos a qualquer pessoa a quem pedimos uma informação na rua ou no
mêtro (o nosso metro). Em próximo post falaremos sobre as instalações olímpicas.
terça-feira, 28 de junho de 2016
Durante o encontro Croácia-Portugal, a bancada de topo esteve sempre de pé, no tempo regulamentar e no prolongamento a apoiar Portugal. Em 26 anos de fases finais de Mundiais e Euros não há memória de tal apoio.
Em Lens, num estádio à inglesa, a fazer lembrar o Bessa, o novo cântico ““É PORTUGAL! É PORTUGAL”! ´foi o mais ouvido, destacando-se um numeroso grupo de jovens no topo da bancada e o líder dos super dragões Fernando Madureira com um megafone no meio da bancada.
No final do jogo, debaixo da bancada, durante mais de 10 minutos, conforme se pode ver no filme, os portugueses cantaram a plenos pulmões “É PORTUGAL! É PORTUGAL”! A emoção ao rubro está bem visível nas imagens e muitos se arrepiaram neste final épico.
Foram 10.000, vindos de todas as partes do Mundo – encontrámos desde os Estados Unidos até à Austrália - que por vezes abafaram os mais numerosos croatas.
segunda-feira, 18 de abril de 2016
O Sporting organiza pelo segundo ano consecutivo o Congresso : “The Future Of Football”, no Auditório Artur Agostinho, do Estádio de Alvalade.
Este ano o dia 19 de Abril é dedicado às Universidades e uma das intervenções sobre o tema “O fervor clubístico nos adeptos de futebol” (numa ótica de Marketing tribal) estará a cargo de Pedro Dionísio, Diretor da Pós-Graduação de Gestão e Marketing do Desporto do INDEG-ISCTE Executive Education. A entrada nesse dia é Livre.
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