terça-feira, 14 de junho de 2011


Na temporada de 2010/11, o Manchester United foi o clube que maiores receitas gerou (£60.4 milhões, cerca de 68.4 milhões de Euros) através da partilha/distribuição das receitas da Premier League, oriundas da venda colectiva de direitos de transmissão televisiva.

Esta distribuição de receitas, provêm da venda colectiva dos direitos de transmissão da liga Inglesa de 2010 a 2013, que gerou apenas no Reino Unido mais de 2.000 milhões de Euros, e em direitos internacionais mais de 1.600 milhões de Euros. A receita obtida pelo actual campeão inglês, ultrapassou pela primeira vez a barreira dos £60 milhões, tendo o clube aumentado a sua receita TV em cerca de 9.2 milhões de Euros, em relação ao à época de 2009/10.

Forma de distribuição das receitas TV

Parte Igual – Todas as equipas receberam uma fatia igual de £13.8 milhões (15.6 milhões de Euros) correspondente à venda de direitos efectuada no Reino Unido e outra de £17.9 milhões (20.2 milhões de Euros), referente às vendas efectuadas a países fora do Reino Unido. No total cada equipa arrecadou um valor igual de £31.7 milhões (35.9 milhões de Euros).

Performance – Por performance desportiva (classificação obtida na temporada 10/11), os clubes receberam um prize money de £756 mil (856 mil Euros) por cada lugar obtido na tabela classificativa; assim o último classificado West Ham United recebeu £756 mil e o primeiro classificado Manchester United redebeu 20 vezes mais £15.1 milhões (17.1 milhões de Euros).

Audiência – O restante montante foi distribuído consoante o número de jogos de cada clube que foi transmitido ao vivo. Assim, cada clube recebe £485 mil (549 mil Euros) por cada jogo transmitido ao vivo em que participe. O número de jogos a transmitir ao vivo varia entre um mínimo de 10 e um máximo de 26 dos 38 possíveis.

Receita TV dos clubes Ingleses em 2010/11

ClubeClassAo VivoParte IgualAudiênciaPerformanceInternacionaisTOTAL
Manchester United126£13.819.031£13.548.306£15.135.120£17.926.595£60.429.052
Chelsea222£13.819.031£11.616.454£14.378.364£17.926.595£57.740.444
Manchester City319£13.819.031£10.167.565£13.621.608£17.926.595£55.534.799
Arsenal422£13.819.031£11.616.454£12.864.852£17.926.595£56.226.932
Tottenham Hotpurs517£13.819.031£9.201.639£12.108.096£17.926.595£53.055.361
Liverpool623£13.819.031£12.099.417£11.351.340£17.926.595£55.196.383
Everton713£13.819.031£7.269.787£10.595.584£17.926.595£49.610.997
Fulham810£13.819.031£5.820.898£9.837.828£17.926.595£47.404.352
Aston Villa915£13.819.031£8.235.713£9.081.072£17.926.595£49.062.411
Sunderland1011£13.819.031£6.303.861£8.324.316£17.926.595£46.373.803
West Brom1110£13.819.031£5.820.898£7.567.560£17.926.595£45.134.084
Newcastle United1216£13.819.031£8.718.676£6.810.804£17.926.595£47.275.106
Stoke City1310£13.819.031£5.820.898£6.054.048£17.926.595£43.620.572
Bolton Wanderers1410£13.819.031£5.820.898£5.297.292£17.926.595£42.863.816
Blackburn Rovers1510£13.819.031£5.820.898£4.540.536£17.926.595£42.107.060
Wigan Athletic1610£13.819.031£5.820.898£3.783.780£17.926.595£41.350.304
Wolverhampton1710£13.819.031£5.820.898£3.027.024£17.926.595£40.593.548
Birmingham City1810£13.819.031£5.820.898£2.270.266£17.926.595£39.836.790
Blackpool1910£13.819.031£5.820.898£1.513.512£17.926.595£39.080.036
West Ham United2014£13.819.031£7.752.750£756.756£17.926.595£40.255.132
TOTAL£276.380.620£158.918.704£158.919.758£358.531.900£952.750.982

Foram distribuído pelos clubes da Premier League £952.7 milhões (1.080 milhões de Euros), a que são acrescidos mais £60.1 milhões (68.1 milhões de Euros), distribuídos pelos clubes que desceram de divisão nas últimas 2 épocas (Burnley, Hull City, Middlesbrough e Portsmouth). Desta forma o total anual distribuído ascende aos £1.012 milhões (1.147 milhões de Euros).

Em média cada clube da Premier League obtêm £47.6 milhões (53.9 milhões de Euros), sendo que o clube com menor receita obteve £39 milhões ( 44.2 milhões de Euros) e o clube com maior receita alcançou os £60.4 milhões (68.4 milhões de Euros).

NOTA: Os valores foram convertidos para Euros, utilizando a cotação ( 1 GBP = 1.1333 / 1 EUR = 0.8824 ) de 13.06.2011

FONTE: FUTEBOL FINANCE - 13-06-2011

terça-feira, 7 de junho de 2011

O case study “República Popular do Corinthians”, criado pela F/Nazca para a Nike, está entre os melhores da semana do site australiano Best Ads on TV – http://www.bestadsontv.com/best/tv.

O trabalho figura entre as seis peças da categoria publicadas na semana, sendo o único brasileiro entre produções internacionais de países como Estados Unidos, Argentina, Nova Zelândia e Inglaterra. O jurado da semana foi Gilles Fichteberg, vice-presidente e diretor criativo da CLM BBDO Paris.

A "República Popular do Corinthians”, criada em setembro de 2010, foi recentemente considerada "Idea of the Year" pelo Worldwide Creative Board da rede Saatchi & Saatchi. A campanha chegou ao primeiro lugar entre trabalhos dos 140 escritórios da rede espalhados por todo o mundo.

A F/Nazca transformou a "Nação Corinthiana", com seus 30 milhões de adeptos, em uma nação de verdade, com certidão de nascimento, RG, passaporte, carta magna, carta de anistia, bandeira e até moeda própria. A faixa presidencial da República Popular do Corinthians empossou Lula, no 1º de setembro de 2010, data do centenário do clube, como presidente dessa nação.





quarta-feira, 1 de junho de 2011


O professor Daniel Sá apresentou as principais conclusões do European Football Attendances Report 2011, um estudo que mede as assistências nos Estádios dos principais campeonatos Europeus.

Portugal está fora do top-ten dos 20 principais campeonatos europeus com maior média de assistência nos estádios.

No estudo levado a cabo pelo professor Daniel Sá são detectadas 32 razões que influenciam a ida de público aos estádios, sendo o horário e o dia em que se realizam os jogos, uma das razões mais importantes nesta ‘equação’.

Entre os 20 campeonatos europeus analisados, Portugal situa-se no 11º posto com uma média de 10.056 espectadores por jogo, contra os 42.518 da líder do ranking, a Alemanha.

O professor Daniel Sá refere que uma das principais causas para essa posição prende-se com o facto de existir em Portugal uma cultura de futebol de sofá rendida aos direitos de transmissão dos jogos.

«No caso português houve uma certa preguiça, no meu ponto de vista, dos clubes que recebem valores significativos das transmissões televisivas e acomodaram os jogos em função disso, descurando a necessidade de captarem na mesma espectadores», afirmou o director do IPAM de Aveiro e Porto.

Para Daniel Sá os clubes «acabaram por convidar, de uma forma quase despropositada, o adepto a assistir ao futebol a partir de sofá».

Sapo Desporto 31 de Maio de 2011 18:47h

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