sexta-feira, 13 de maio de 2011

Entre gastos com restauração, estadias, viagens, receitas de bilheteira, prémios de jogo e direitos televisivos, o desafio inédito deverá gerar 71,4 milhões de euros. No jogo dos cifrões, o mercado nacional é o vencedor antecipado, na medida em que deverá colher 51 por cento do volume global de receitas (36,5 milhões de euros).

Os dados, avançados a poucos dias da final da Liga Europa que coloca frente-a-frente o F.C.Porto e o Braga, são do IPAM – The Marketing School (IPAM), que acaba de desenvolver um estudo sobre o impacto económico da primeira final europeia disputada por duas equipas portuguesas.

As viagens de avião rumo a Dublin e os consumos efectuados em casa são, e em igual proporção, responsáveis por 82 por cento dos 36,5 milhões de euros movimentados no mercado nacional. Porém, se em Portugal o F.C.Porto-Sporting de Braga promete parar o país durante 90 minutos, o efeito mobilizador da inédita final não se deverá fazer sentir com a mesma expressão na Europa. De acordo com o estudo, a final não deverá movimentar mais de 14,15 milhões de euros em todo o espaço europeu.

O facto da final opor dois clubes de um mesmo país e dos intervenientes não serem dos mais mediáticos do futebol internacional são factores que contribuem para o distanciamento dos consumidores europeus. Talvez por isso, seja possível justificar o facto da edição do ano passado da final da Liga dos Campeões, disputada entre o Inter de Milão e o Barcelona, ter gerado 351 milhões de euros – um valor cinco vezes superior ao agora estimado para o jogo decisivo da Liga Europa.

11 M€ rumam aos cofres de dragões e minhotos

É certo que as finais são para serem ganhas, mas a nível económico o estudo do IPAM demonstra que o impacto económico para o clube vencedor e vencido são em tudo semelhantes. A equipa que após o apito final levar para casa a taça e suceder ao Atlético Madrid na lista dos vencedores deverá ver o feito desportivo premiado com seis milhões de euros. O impacto económico do jogo para o finalista derrotado é de cinco milhões de euros. A diferença reside essencialmente no prémio atribuído pela UEFA ao clube vencedor (três milhões de euros) e ao vencido (dois milhões de euros).

Seja quem for o vencedor, Dublin, a cidade que acolhe a final da Liga Europa, sairá certamente a ganhar com a final portuguesa. Estima-se que os 50 mil espectadores que vão assistir ao jogo, ao vivo, no Aviva Stadium, as cerca de 40 mil dormidas em hóteis, as 200 mil refeições servidas em restaurantes, as 50 mil deslocações internas e os 30 mil visitantes originem receitas na ordem dos 9,8 milhões de euros – 14 por cento do volume global de receitas estimado.

Fonte: Central de Informação

domingo, 8 de maio de 2011

“Entra no espírito Nike. Com o pé direito”. Foi com este mote que a Nike deu o pontapé de saída para a comunicação à imprensa da abertura da nova loja no Chiado (Lisboa), que culmina hoje às 19h30 com um evento que contará com a presença de atletas e personalidade do universo da marca.


Esta acção, que consistiu no envio aos convidados de um ténis direito de um par Nike, bem como a organização do evento, estiveram a cargo da BAR, agência de José Bomtempo, Diogo Anahory e Miguel Ralha. Ao M&P, Miguel Ralha adianta ainda que, “além de termos desenvolvido toda a acção relacionada com o convite, fomos responsáveis pela organização do evento onde vamos ter uma surpresa, algo que fizemos em conjunto com o Manuel Faria, da Índigo”, diz, preferindo não revelar mais pormenores.


Antes, refere Miguel Ralha, a BAR tinha já trabalhado em dois projectos de comunicação da marca desportiva. As Nike Luna Run, corridas nocturnas organizadas pela marca na cidade de Lisboa. “Fizemos toda a campanha de comunicação focada em zonas como o Chiado e Bairro Alto e um spot viral que pode ser visto no YouTube e redes sociais”. O outro projecto foi uma acção que decorreu no jogo entre o FC Porto e o Portimonense para a Liga Portuguesa, em que alguns jogadores entraram em campo com as camisolas vestidas ao contrário, numa iniciativa para assinalar o facto de a equipa se ter sagrado campeã nacional. “Por trás do logótipo os jogadores têm na camisola a frase Força da Razão, que tem um grande impacto para eles.


O que fizemos foi uma acção no Facebook onde desafiámos os fãs a mandar frases para serem colocadas nas camisolas que seriam usadas ao contrário”, explica Miguel Ralha. “A acção gerou mais de 9 mil participações e aumentou nessa semana o número de fãs da página do FC Porto em 6.500 pessoas e a da Nike em quatro mil”, acrescenta. 6 de Maio de 2011 - Meios&Publicidade

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sábado, 7 de maio de 2011

O futebol português rendeu em 2010-11 um total de 33,1 milhões de euros. Um valor que contabiliza já os cinco milhões reservados aos finalistas da Liga Europa. O Sp. Braga é o campeão português dos prémios monetários pagos pela UEFA.

No total, e ainda sem contar com as receitas de bilheteira e transmissões televisivas, a equipa orientada por Domingos Paciência já colocou nos cofres do Sp. Braga 13,2 milhões de euros, cifra que será recheada com mais dois milhões se for o finalista vencido da Liga Europa ou três milhões se conquistar o troféu (totalizando, neste caso 16,5 milhões).

Os bracarenses começaram a temporada na Liga dos Campeões, prova em que arrecadaram 11,6 milhões de euros, à custa de terem ultrapassado a terceira pré-eliminatória (Celtic), o “play-off” (Sevilha) e jogado a fase de grupos.

Já o FC Porto, cujo trajecto europeu exclusivamente na Liga Europa lhe rendeu, até agora, “apenas” 3,3 milhões de euros, pode fechar a campanha europeia com 6,3 milhões, caso receba o cheque de três milhões destinado ao vencedor da Liga Europa.

Apesar de eliminado na quinta-feira, o Benfica será sempre o segundo clube português com os cofres mais recheados: 10,3 milhões (8,7 na Liga dos Campeões, mais 1,6 na Liga Europa).

O Sporting, afastado nos 16 avos-de-final da Liga Europa pelo Glasgow Rangers, encerrou a prestação na segunda prova europeia com um total de 1,7 milhões de euros, a verba mais “modesta” entre os quatro clubes que facturaram nas provas europeias desta temporada. (
06.05.2011 - 12:05 Lusa)


quarta-feira, 4 de maio de 2011

O Benfica admitiu nesta terça-feira que está em negociações com Pais do Amaral, dono de uma participação na TVI, para a venda dos direitos de transmissão televisiva dos jogos de futebol do clube a partir de 2013-14.


Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o Benfica reconhece a existência de “conversas preliminares sobre os direitos televisivos dos jogos de futebol” com o empresário Miguel Pais do Amaral, que recentemente voltou à estrutura accionista da Media Capital, detentora da TVI.



Actualmente, os direitos dos jogos do Benfica em casa no campeonato nacional pertencem à PPTV, empresa de Joaquim Oliveira, ao abrigo de um contrato que termina em 2012-13.

A empresa de Joaquim Oliveira recusou até agora pagar os valores pretendidos pelo Benfica, que abriu as portas às negociações com outros interessados, embora sabendo que a PPTV tem direito de preferência até à época de 2015-2016.



No caso das conversas com Pais do Amaral, o Benfica esclarece que “o valor dos referidos direitos por cada época desportiva não foi ainda objecto de qualquer negociação”, mas é público que o clube estipulou como objectivo receber 40 milhões anuais – o actual contrato rende cerca de oito milhões por ano.

A PPTV renovou recentemente o contrato com o FC Porto, que vai receber cerca de 20 milhões de euros anuais.


Comunicado à CMVM

A Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD, em cumprimento do disposto no artigo 248º do Código dos Valores Mobiliários, informa que o empresário Miguel Pais do Amaral e esta Sociedade têm mantido conversas preliminares sobre os direitos televisivos dos jogos de futebol da equipa sénior do Benfica relativos às épocas 2013/2014 e seguintes. O valor dos referidos direitos por cada época desportiva não foi ainda objecto de qualquer negociação.
Esta Sociedade tem contrato em vigor com a PPTV – Publicidade de Portugal e Televisão, SA até à época 2012/2013, tendo a mesma um direito de preferência até à época 2015/2016.

(03.05.2011 Publico online)

terça-feira, 3 de maio de 2011

O contrato ainda não está assinado, mas o Autódromo do Estoril e as autoridades portuguesas garantiram a continuidade do Grande Prémio de Portugal no calendário do Mundial de motociclismo pelo menos até 2014.


“O Circuito Estoril, Dorna [empresa organizadora do Mundial], Câmara Municipal de Cascais e Turismo de Portugal criaram uma plataforma de acordo para garantir a permanência do MotoGP no Estoril nos próximos três anos”, revela um comunicado, emitido nesta terça-feira, pelo circuito do Estoril, especificando que o acordo foi conseguido no último fim-de-semana, num encontro que juntou Carmelo Ezpeleta, director-executivo da Dorna (empresa que organizado o Mundial), Domingos Piedade, presidente do Conselho de Administração do Circuito do Estoril, e Carlos Carreiras, presidente da Câmara de Cascais.



Segundo o comunicado, e citando números do Turismo do Estoril, o MotoGP gerou mais de cinco milhões de euros de receitas turísticas em 2010. “O MotoGP do ano passado garantiu 75 por cento da ocupação hoteleira da região com mais de 1,4 milhões de euros em receitas hoteleiras directas, prevendo-se que os números deste ano possam ser similares aos do ano passado”, acrescenta o mesmo documento.



“A manutenção do MotoGP no Estoril, face aos dados do Turismo, é uma boa notícia para Portugal que tem assim garantido o retorno do investimento feito numa prova desta natureza”, reagiu Domingos Piedade.

O Turismo de Portugal tem habitualmente contribuído com cerca de três milhões de euros para a realização da prova no Estoril.

O actual contrato do Grande Prémio de Portugal, cuja mais recente edição se realizou no passado fim-de-semana, termina neste ano.

(03-05-2011 PUBLICO ONLINE)

domingo, 1 de maio de 2011


Foram revistos alguns salários em relação a 2010 devido à melhoria registada em termos das fontes de informação a que temos acesso, no entanto em termos gerais permanece o domínio de jogadores das liga Inglesa e Espanhola, principalmente de clubes como o Real Madrid, FC Barcelona, Manchester City, Chelsea e Manchester United.











OS 100 MAIORES SAlÁRIOS DE JOGADORES DE FUTEBOL 2011

JogadorClubeMensalAnual
1Cristiano RonaldoReal Madrid1.000.000 €12.000.000 €
2Lionel MessiFC Barcelona875.000 €10.500.000 €
3Fernando TorresChelsea833.000 €10.000.000 €
4Yaya TouréManchester City833.000 €10.000.000 €
5Wayne RooneyManchester United791.000 €9.500.000 €
6Ricardo KakáReal Madrid833.000 €9.000.000 €
7Zlatan IbrahimovicAC Milan833.000 €9.000.000 €
8Emmanuel AdebayorReal Madrid708.000 €8.500.000 €
9Carlos TevezManchester City666.000 €8.000.000 €
10Samuel Eto´oInternazionale666.000 €8.000.000 €
11Frank RiberyBayern Munique666.000 €8.000.000 €
12John TerryChelsea625.000 €7.500.000 €
13Frank LampardChelsea625.000 €7.500.000 €
14Steven GerrardLiverpool625.000 €7.500.000 €
15XaviFC Barcelona625.000 €7.500.000 €
16Anders IniestaFC Barcelona583.000 €7.000.000 €
17David VillaFC Barcelona583.000 €7.000.000 €
18Daniel AlvesFC Barcelona583.000 €7.000.000 €
19Edin DzekoManchester City541.000 €6.500.000 €
20Rio FerdinandManchester United541.000 €6.500.000 €

Notas:
(1) Os valores são oficiosos e aproximados, estando dependentes de novas contratações, ou renovações de cada contrato.
(2) Os valores dizem respeito aos salários brutos dos jogadores (antes de impostos), que naturalmente não incluem contratos de publicidade, prémios de jogo, prémios de assinatura, ou outros tipos de remunerações extra.
(3) Podem existir ao longo do tempo diferenças em relação aos valores apresentados, devido a variações cambiais, em relação a jogadores não auferem os seus salários em Euros.

(Futebol Finance 25-04-2011)

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