
sábado, 12 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

The Football Association (FA) has been forced to pay out as much as £500,000 compensation to Fiat, after prematurely ending its commercial deal as its official car supplier.
The FA has signed a three-and-a-half-year deal with rival car brand Vauxhall to become headline sponsor of the England team, thus causing a conflict of commercial partners.
The FA did not disclose specific financial details of the amount it had to pay to Fiat, which signed a four-year deal with the FA to be its official car supplier in February 2010. Reports suggest the figure is as much as £500,000.
Vauxhall is due to sign sponsorship agreements with the three other home nations, Scotland, Wales and Northern Ireland.
The FA confirmed it had exited its agreement with Fiat. Fiat was unavailable for comment.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Uma das especificidades mais interessante do desporto é a imprevisibilidade do resultado, baseada numa competitividade e rivalidade necessárias, entre atletas em igualdade de circunstâncias e que em conjunto fornecem ao espectador um espectáculo desportivo atractivo.
Quando esta competitividade é colocada em causa, permitindo que um dos oponentes tenha alguma espécie de vantagem à partida, o desporto perde qualidade, a idoneidade dos intervenientes é questionada e a verdade desportiva violada.
Este factor torna-se mais importante em desportos em que o existe mais “capital humano” envolvido (como o Basketball por exemplo) e menos equipamentos em oposição a outros em que a prova se disputa com recurso a máquinas (desportos motorizados) com uma importância e intervenção consideráveis.
Para precaver este tipo de situações têm-se desenvolvido ao longo dos anos as chamadas “regras do jogo”, vulgo regulamentos, que enquadram toda a actividade desportiva e competitiva dos desportos, destacando a importância das regras anti-doping, contra a violência e a favor do fairplay.
As marcas desportivas generalistas da actualidade e ainda as aquelas mais específicas de cada desporto, lançam cada vez mais campanhas agressivas, reivindicando uma melhor qualidade dos seus produtos alegando que com o seu uso os atletas conseguem melhores performances.
Não obstante serem campanhas de marketing muito facilmente enquadráveis em acções estudadas de acordo com o comportamento do consumidor moderno, a verdade é que ao nível das melhores marcas, a diferenciação e benefício, se verificam ao nível da imagem que o utilizador tem da marca em causa e que lhe é sugerida através de campanhas bem planeadas com esse intuito. Isto porque as técnicas de fabrico modernas permitem a qualquer marca oferecer produtos de elevada qualidade.
A controvérsia lançada em torno dos novos ténis da APL (Athletic Propulsion Labs - ww.athleticpropulsionlabs.com) obriga-nos a pensar os limites da intervenção do Marketing no jogo e nas suas regras, bem como o papel dos reguladores das competições desportivas.

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O modelo Concept 1 da Athletics Propulsion Labs | Alguns números do Modelo Concept 1 esgotaram e não serão mais produzidos |
| Imagens retiradas do site www.athleticpropulsionlabs.com | |
Ryan e Adam Goldston, irmãos gémeos e ex-jogadores de basketball, alegam ter efectuado estudos independentes que comprovam que os jogadores de Basketball saltam mais alto e jogam melhor quando usam os ténis Concept 1 da APL, por si desenvolvidos com base na nova tecnologia Load’N LaunchTM(www.athleticpropulsionlabs.com/load-n-launch-technology.html).
Percebendo esta vantagem, muito jogadores da NBA e cerca de 30% dos novos jogadores da NBA (de acordo com os Goldston), manifestaram imediatamente interesse em usar estes ténis na nova temporada, o que mereceu o desagrado da NBA que baniu prontamente este modelo de ténis.
Os jogadores não permitiram revelar os seus nomes pelo facto de já terem firmado contratos com outras marcas.
Ao tomar esta atitude a NBA alegou obviamente que pretendia manter as condições de jogo iguais para todos os atletas, não permitindo vantagens competitivas baseadas no uso de equipamentos, mas, parece-me existir claramente uma protecção por parte da NBA às marcas que a patrocinam e que são vendidas na sua loja, ADIDAS, NIKE, JORDAN, TEAM (http://store.nba.com).
Ao olhar com distanciamento esta situação, e numa perspectiva de análise de marketing pura, diria que a promessa que a marca fez não foi acautelada verificando se a utilização do produto em causa ultrapassava os limites das regras do jogo, mas foi uma estratégia de marketing bem pensada.
Para vender, as marcas fazem promessas aos seus consumidores que convém serem verdadeiras e facilmente verificadas pelos utilizadores. Caso não sejam o resultado será um claro recuo nas vendas. No entanto, a meu ver estamos perante uma estratégia de Marketing que procurou provocar a reacção da NBA para a utilizar como argumento de venda.
Tudo me leva a crer que Ryan e Adam Goldsto n sabiam claramente que os seus ténis, ao criar uma vantagem competitiva, não seriam aceites pela NBA.
Apesar desta proibição a APL esgotou alguns números da sua produção e planeia expandir a linha a novos modelos, revelando-se um sucesso comercial, porque as suas vendas não eram direccionadas à NBA mas sim ao público em geral.
Quantos jogadores actuam na NBA e quantos amadores jogam basketball na rua, entre amigos, aos fins-de-semana? Destes, quantos gostariam de saltar mais alto e jogar melhor? … todos!
E foi exactamente este o argumento de vendas que procuraram. A aceitação por parte de 30% dos novos jogadores (e portanto não tão bons como as estrelas mas pretendendo chegar lá, que representam o público-alvo do produto), e a proibição por parte da NBA (ao proibir confirmaram que os ténis de facto ajudam a saltar mais alto e a jogar melhor), foram o seu melhor argumento de marketing para fazer um boom nas vendas.

Imagem retirada do site www.athleticpropulsionlabs.com
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Realizar-se-á, no próximo dia 8 de Fevereiro no Auditório Afonso de Barros no ISCTE-IUL, um seminário subordinado de tema subordinado ao Marketing Desportivo onde os fãs, especialistas ou curiosos do assunto devem marcar presença!
Dois dos clubes do futebol mundial que mais na vogue por vários motivo, como por resultados (Barcelona) ou ausência deles (Real Madrid), quer por grande contratações (RM) ou pela equipa quase completamente vinda da formação (FCB), serão o grande tema!
Estes dois colossos do futebol mundial serão alvo de uma análise financeira por parte de dois convidados: Antonio Antón (Universidad Autonoma de Madrid) e Gema Rodríguez (Universidad de Alcalá).
A inscrição é necessária e deve ser realizada conforme as instruções abaixo!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

2010/2011 o mercado de transferências de verão foi mais contido em relação aos valores recorde alcançados na temporada de 2009/2010, no entanto no período de inverno o mercado explodiu, principalmente em Inglaterra. A maior transferência da temporada foi a contratação do avançado Espanhol Fernando Torres por parte do Chelsea ao Liverpool por 58,5 milhões de Euros, tornando-se na 5ª maior transferência da história.
O Manchester City continua a ser o clube com o maior número transferências a fazerem parte da tabela das 25 maiores, onde as aquisições de Dzeko, Touré, Balotelli, David Silva, Kolarov e Milner, mas, mas o maior destaque vai para o envolvimento do Liverpool nas duas maiores transferência do ano, com a venda de Torres e a aquisição de Carroll ao Newscastle.
AS 25 MAIORES TRANSFERÊNCIAS MUNDIAIS 2010/11:
| Jogador | País | Pos | Vendedor | Comprador | Valor | |
| 1 | Fernando Torres | ESP | A | Liverpool | Chelsea | 58.500.000 € |
| 2 | Andy Carroll | ING | A | Newcastle | Liverpool | 41.000.000 € |
| 3 | David Villa | ESP | A | Valencia | FC Barcelona | 40.000.000 € |
| 4 | Edin Dzeko | BOS | A | Wolfsburg | Manchester City | 37.000.000 € |
| 5 | Angel Di Maria | ARG | M | Benfica | Real Madrid | 33.000.000 € |
| 6 | Yaya Touré | CM | M | FC Barcelona | Manchester City | 30.000.000 € |
| 7 | Mario Balotelli | ITA | A | Internazionale | Manchester City | 29.500.000 € |
| 8 | David Silva | ESP | M | Valencia | Manchester City | 28.750.000 € |
| 9 | Luís Suarez | URU | A | Ajax | Liverpool | 26.500.000 € |
| 10 | David Luiz | BRA | D | Benfica | Chelsea | 25.000.000 € |
| 11 | Aleksander Kolarov | SER | D | Lázio | Manchester City | 22.700.000 € |
| 12 | Ramires | BRA | M | Benfica | Chelsea | 22.000.000 € |
| 13 | Yoann Gourcouff | FRA | M | Bordéus | Olympique Lyon | 22.000.000 € |
| 14 | James Milner | ING | M | Aston Villa | Manchester City | 22.000.000 € |
| 15 | Bruno Alves | POR | D | FC Porto | Zenith St. Petersburg | 22.000.000 € |
| 16 | Darrent Bent | ING | A | Sunderland | Aston Villa | 21.500.000 € |
| 17 | Javier Marcherano | ARG | M | Liverpool | FC Barcelona | 20.000.000 € |
| 18 | Carlos Eduardo | BRA | M | Hoffenheim | Rubin Kazan | 20.000.000 € |
| 19 | Giampaolo Pazzini | ITA | A | Sampdoria | Internazionale | 19.000.000 € |
| 20 | Andrea Ranocchia | ITA | D | Génova | Internazionale | 18.500.000 € |
| 21 | Robinho | BRA | A | Manchester City | AC Milan | 18.000.000 € |
| 22 | Mesut Ozil | ALE | M | Werder Bremen | Real Madrid | 18.000.000 € |
| 23 | Luis Gustavo | BRA | M | Hoffenheim | Bayern Munique | 17.000.000 € |
| 24 | André-Pierre Gignac | FRA | A | Toulouse | Olympique Marselha | 16.000.000 € |
| 25 | Asamoah Gyan | GHA | A | Rennes | Sunderland | 16.000.000 € |
Notas: Os 18 milhões de Euros pagos pelo AC Milan ao Manchester City são pelo empréstimo do jogador, o que torna esta transacção no maior valor pago pelo empréstimo de um jogador a outro clube.
(Futebol Finance 01-02-2011)
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011


