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sexta-feira, 15 de agosto de 2014


Segundo a Lista dos 50 Clubes Desportivos Mais Valiosos do Mundo da Forbes, o Real Madrid ficou com o 1º lugar como clube mais valioso, valendo 3.44 mil milhões de dólares.

Os seguintes são também clubes com base no futebol futebol: no nº 2 encontra-se o Barcelona, com 3.2 mil milhões de dólares; e o Manchester United no nº3, com 2.81 mil milhões de dólares.

Mas apesar do Top 3 ser composto apenas por clubes com base futebolística, o resto da lista inclui também outros desportos: basebol, basquetebol, hockey, e até fórmula 1, sendo que a esmagadora maioria é representada pelo futebol americano.

Em 4º lugar (e 1º relativamente a todos os outros clubes de basebol) estão os New York Yankees, avaliados em 2.5 mil milhões de dólares. De seguida, em 5º lugar da lista (e 1º em relação a todos os clubes de futebol americano) encontram-se, com 2.3 mil milhões de dólares, os Dallas Cowboys.

A primeira equipa de basquetebol a figurar na lista são os New York Knicks, em 13º lugar, com 1.4 mil milhões de dólares.

Referente ao hockey, o clube mais valioso do desporto em 2014 são os Toronto Maple Leafs, com 1.15 mil milhões de dólares, em 26º lugar no ranking geral.

Como referido anteriormente, até a competição em Fórmula 1 entra para o ranking, contudo contando apenas com uma equipa – a Ferrari, com 1.2 mil milhões de dólares, entrando no 21º lugar da tabela geral.

Infelizmente, não há nenhum clube português que incorpore a lista. No entanto, os clubes portugueses têm aquilo que muitos outros não têm: uma base de adeptos fiéis, não dependentes de resultados, e com uma ampla base de deportos praticados. Se perderem esta relação de fidelidade, os clubes portugueses correm o risco de passar a ser clubes menores na Europa, à imagem do peso económico do próprio país.

Veja a lista completa aqui!

segunda-feira, 28 de julho de 2014

                                                                                       Imagem: Jornal Record

Domingos Soares Oliveira, administrador financeiro da SAD do Benfica, anunciou hoje, com muita satisfação, os resultados da BenficaTV, no primeiro ano em que a mesma deixou a Olivedesportos e passou a funcionar com os direitos televisivos dos jogos caseiros da equipa principal de futebol.

O responsável benfiquista revelou que o clube da Luz passou a obter um lucro quatro vezes maior do que até ao ano passado, atingindo os 300 mil subscritores do canal, e tendo obtido receitas à volta dos 30 milhões de euros.

“Quando não éramos nós a cuidar das transmissões recebíamos €7,5 milhões. Os próximos dois anos serão mais dedicados ao crescimento de receitas corporativas, mas também menos visíveis. Queremos tornar a experiência no nosso estádio muito mais agradável do que é", divulgou Domingos Soares Oliveira.

Fonte: Jornal Record e Rádio Renanscença

sábado, 27 de agosto de 2011

Arrancou no dia 24 de Agosto uma campanha com 3 filmes do Mestrado Executivo em Marketing e Gestão do Desporto do INDEG/ISCTE-IUL, com testemunhos de ex-alunos.


O primeiro desses filmes é com Sá Pinto (actual treinador da equipa de sub-19 do Sporting Clube de Portugal) e Rita Martins (gestora de eventos desportivos e capitã da selecção nacional de futsal e do Sport Lisboa e Benfica).


O anúncio apresenta os testemunhos e relembra que a 2ªfase das candidaturas para o Mestrado Executivo terminam a 13 de Setembro. Pode saber mais sobre o Mestrado Executivo em http://indeg.iscte.pt/?pt=Mestrado-Marketing-Gestao-Desporto


Esta é a 7ª edição deste curso, por onde têm passado desportistas de alta competição, dirigentes desportivos, técnicos de desporto, gestores e marketeers que se interessam pelo desporto, como veículo de comunicação para as suas organizações.


O ambiente gerado entre os alunos, potenciando as suas experiências profissionais tem sido uma constante das edições anteriores.


Veja estes e outros vídeos no nosso canal!


terça-feira, 14 de junho de 2011


O mercado europeu de futebol cresceu 4 por cento (0,6 mil milhões de euros) ao nível de receitas, atingindo o valor total de 16,3 mil milhões euros na época 2009/10, apesar do clima económico adverso. Para este crescimento global contribuiu a subida de receitas das principais cinco ligas europeias, num total de 8,4 mil milhões de euros.

O principal motor de crescimento prende-se aos direitos de transmissão televisiva, até 7 por cento, sendo que o valor das 5 principais ligas representa mais de 4 mil milhões de euros.

A Premier League continua a ser o campeonato com as maiores receitas do mundo. Na época 2009/10, os clubes ingleses tiveram uma receita conjunta de 2,5 mil milhões, um aumento considerável face aos resultados da época anterior, 2,3 mil milhões de euros. A performance da liga inglesa aumentou a diferença para a segunda liga do ranking (Bundesliga) em 800 milhões de euros.

O campeonato alemão é o líder ao nível da lotação dos estádios, com uma média de 42700 espectadores. Este recorde combinado com o aumento das receitas comerciais e pelo facto da Alemanha ser o maior mercado europeu, faz da Bundesliga um segundo classificado no ranking das ligas de futebol europeias mais rentáveis.

A La Liga espanhola foi o campeonato com maior crescimento ao nível de receitas, num total de 8 por cento face à época 2008/09. Este aumento foi impulsionado pela performance financeira dos dois principais clubes, Real Madrid e Barcelona, que juntos são responsáveis por 52 por cento do total de receitas do campeonato espanhol. Estes valores conferem à La Liga o título de campeonato mais polarizado da Europa.

A liga Serie A aumentou as suas receitas em 3 por cento (38 milhões de euros) para 1,532 milhões na época de 2009/10. A competição italiana permanece na quarta posição, à frente da liga francesa, cuja receita cresceu apenas 2 por centro face ao período homólogo, num total de 1072 milhões. A competição francesa teve o menor crescimento do top cinco.

Dan Jones, partner do Sports Business Group da Deloitte, destaca que “é impressionante o crescimento de receitas dos cinco principais campeonatos europeus face à actual situação económico desfavorável. A lealdade incondicional dos fãs, mesmo em tempos difíceis, e a manutenção das parcerias ao nível de transmissão televisiva e patrocínios, provam que o desporto mais popular do mundo continua vivo e muito atractivo. As novas estrelas do futebol europeu são um dos produtos mais desejados pelos canais de televisão e, em termos de receitas, o futebol continua a ser uma história de sucesso económico na maioria dos países da Europa. No entanto, mantém-se o grande desafio, ou seja, o controlo de custos, nomeadamente com salários de jogadores e taxas de transferência.”

O peso da massa salarial nas cinco principais ligas de futebol aumentou 400 milhões, 8 por cento face ao período homólogo, atingindo o valor conjunto de 5,5 mil milhões de euros na época 2009/2010. Em Inglaterra, Itália e França, a subida da massa salarial excedeu mesmo o crescimento das receitas nos respectivos campeonatos e na Alemanha registou-se um equilíbrio entre as duas realidades. Em Espanha o cenário é completamente diferente, excluindo o Real Madrid e Barcelona, uma vez que o rácio entre salários e receitas teve uma quebra de 60 por cento, a maior descida nos últimos dez anos.

Apesar de uma quebra a nível das receitas operacionais de 172 milhões para 138 milhões, a Bundesliga mantém-se como o campeonato mais rentável da Europa. A Premier League reduziu a diferença entre receitas operacionais e lucros, com as receitas operacionais a atingirem 101 milhões. A Serie A e Ligue 1 mantêm-se deficitárias. Em Espanha, Barcelona e Real Madrid geram lucros substanciais, mas os restantes clubes registaram um prejuízo agregado significativo.

Alex Byars, senior consultant do Sports Business Group da Deloitte, realça que “a intervenção da UEFA seria bem-vinda, numa base pan-europeia, para ajudar os clubes a controlar os seus custos de forma mais sustentável, dado que em quatro dos cinco maiores campeonatos europeus se verificou um aumento do rácio entre salários e receitas”, finalizando que “a aplicação do conceito “fair play” para a área financeira foi aprovada, pela UEFA, em Setembro de 2009 e a regulamentação publicada em Maio de 2010. Neste âmbito, os clubes já deverão estar bastante avançados na implementação dos ajustes necessários aos planos de negócio para época 2011/12 de forma a cumprir as novas regras. Em particular, os clubes devem esforçar-se por garantir um maior equilíbrio entre custos e receitas, como forma de ganhar a flexibilidade interna necessária para absorver eventuais choques de receitas”.

Fonte: LPM

Na temporada de 2010/11, o Manchester United foi o clube que maiores receitas gerou (£60.4 milhões, cerca de 68.4 milhões de Euros) através da partilha/distribuição das receitas da Premier League, oriundas da venda colectiva de direitos de transmissão televisiva.

Esta distribuição de receitas, provêm da venda colectiva dos direitos de transmissão da liga Inglesa de 2010 a 2013, que gerou apenas no Reino Unido mais de 2.000 milhões de Euros, e em direitos internacionais mais de 1.600 milhões de Euros. A receita obtida pelo actual campeão inglês, ultrapassou pela primeira vez a barreira dos £60 milhões, tendo o clube aumentado a sua receita TV em cerca de 9.2 milhões de Euros, em relação ao à época de 2009/10.

Forma de distribuição das receitas TV

Parte Igual – Todas as equipas receberam uma fatia igual de £13.8 milhões (15.6 milhões de Euros) correspondente à venda de direitos efectuada no Reino Unido e outra de £17.9 milhões (20.2 milhões de Euros), referente às vendas efectuadas a países fora do Reino Unido. No total cada equipa arrecadou um valor igual de £31.7 milhões (35.9 milhões de Euros).

Performance – Por performance desportiva (classificação obtida na temporada 10/11), os clubes receberam um prize money de £756 mil (856 mil Euros) por cada lugar obtido na tabela classificativa; assim o último classificado West Ham United recebeu £756 mil e o primeiro classificado Manchester United redebeu 20 vezes mais £15.1 milhões (17.1 milhões de Euros).

Audiência – O restante montante foi distribuído consoante o número de jogos de cada clube que foi transmitido ao vivo. Assim, cada clube recebe £485 mil (549 mil Euros) por cada jogo transmitido ao vivo em que participe. O número de jogos a transmitir ao vivo varia entre um mínimo de 10 e um máximo de 26 dos 38 possíveis.

Receita TV dos clubes Ingleses em 2010/11

ClubeClassAo VivoParte IgualAudiênciaPerformanceInternacionaisTOTAL
Manchester United126£13.819.031£13.548.306£15.135.120£17.926.595£60.429.052
Chelsea222£13.819.031£11.616.454£14.378.364£17.926.595£57.740.444
Manchester City319£13.819.031£10.167.565£13.621.608£17.926.595£55.534.799
Arsenal422£13.819.031£11.616.454£12.864.852£17.926.595£56.226.932
Tottenham Hotpurs517£13.819.031£9.201.639£12.108.096£17.926.595£53.055.361
Liverpool623£13.819.031£12.099.417£11.351.340£17.926.595£55.196.383
Everton713£13.819.031£7.269.787£10.595.584£17.926.595£49.610.997
Fulham810£13.819.031£5.820.898£9.837.828£17.926.595£47.404.352
Aston Villa915£13.819.031£8.235.713£9.081.072£17.926.595£49.062.411
Sunderland1011£13.819.031£6.303.861£8.324.316£17.926.595£46.373.803
West Brom1110£13.819.031£5.820.898£7.567.560£17.926.595£45.134.084
Newcastle United1216£13.819.031£8.718.676£6.810.804£17.926.595£47.275.106
Stoke City1310£13.819.031£5.820.898£6.054.048£17.926.595£43.620.572
Bolton Wanderers1410£13.819.031£5.820.898£5.297.292£17.926.595£42.863.816
Blackburn Rovers1510£13.819.031£5.820.898£4.540.536£17.926.595£42.107.060
Wigan Athletic1610£13.819.031£5.820.898£3.783.780£17.926.595£41.350.304
Wolverhampton1710£13.819.031£5.820.898£3.027.024£17.926.595£40.593.548
Birmingham City1810£13.819.031£5.820.898£2.270.266£17.926.595£39.836.790
Blackpool1910£13.819.031£5.820.898£1.513.512£17.926.595£39.080.036
West Ham United2014£13.819.031£7.752.750£756.756£17.926.595£40.255.132
TOTAL£276.380.620£158.918.704£158.919.758£358.531.900£952.750.982

Foram distribuído pelos clubes da Premier League £952.7 milhões (1.080 milhões de Euros), a que são acrescidos mais £60.1 milhões (68.1 milhões de Euros), distribuídos pelos clubes que desceram de divisão nas últimas 2 épocas (Burnley, Hull City, Middlesbrough e Portsmouth). Desta forma o total anual distribuído ascende aos £1.012 milhões (1.147 milhões de Euros).

Em média cada clube da Premier League obtêm £47.6 milhões (53.9 milhões de Euros), sendo que o clube com menor receita obteve £39 milhões ( 44.2 milhões de Euros) e o clube com maior receita alcançou os £60.4 milhões (68.4 milhões de Euros).

NOTA: Os valores foram convertidos para Euros, utilizando a cotação ( 1 GBP = 1.1333 / 1 EUR = 0.8824 ) de 13.06.2011

FONTE: FUTEBOL FINANCE - 13-06-2011

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